Reconstruindo Caminhos

Reconstruindo Caminhos
Escrevo porque chove saudades no terreno das minhas lembranças e na escrita eu deságuo as minhas urgências, curo velhas feridas e engano o relógio das horas trazendo o passado para brincar de aqui e agora... Costumo dizer que no calçadão da minha memória há sempre uma saudade de prontidão à espreita de que a linguagem da emoção faça barulho dentro de mim e que, nessa hora, o sal das minhas lágrimas aumente o brilho do meu olhar e uma inquietação ponha em desalinho o baú de onde emergem as minhas lembranças, para que eu possa, finalmente, render-me à folha de papel em branco...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O Que Quero do Amor!


Eu quero do amor a magia e o encantamento

Quero um amor
Que me surpreenda,
Sem data marcada
Nem hora de chegada

Quero um amor
Que se debruce na janela,
Que me faça bela,
Que me encha a boca,
Que me deixe louca
Para sorte sua...

Quero um amor
Para andar descalço,
Para brincar na grama,
Para sorrir na lama,
Para chamar de meu

Quero um amor
Que me tire o sonho
E devolva o encanto
De uma vida que eu não vivi

Quero do amor
A ternura antiga
Sua mão amiga
Me envolvendo em abraços
Que eu não tenho mais

Quero do amor
O seu beijo doce
E uma frase boba
Que já não se ouve mais

Quero ouvir “eu te amo”,
Para seguir cantando
Um amor em paz.

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