Reconstruindo Caminhos

Reconstruindo Caminhos
Escrevo porque chove saudades no terreno das minhas lembranças e na escrita eu deságuo as minhas urgências, curo velhas feridas e engano o relógio das horas trazendo o passado para brincar de aqui e agora... Costumo dizer que no calçadão da minha memória há sempre uma saudade de prontidão à espreita de que a linguagem da emoção faça barulho dentro de mim e que, nessa hora, o sal das minhas lágrimas aumente o brilho do meu olhar e uma inquietação ponha em desalinho o baú de onde emergem as minhas lembranças, para que eu possa, finalmente, render-me à folha de papel em branco...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Um Abraço de Palavras



Hoje, eu vou sair de mim para ir ao seu encontro. Estou desarmada e em missão de paz.
Trago um abraço lambuzado de palavras e todas com o sabor do caramelo. Por favor, não se afaste, não se feche em copas ou fuja de mim, também não precisa empacotar toda a sua mudança interna de afetos e sentimentos mal resolvidos; apenas para me dizer que não está sofrendo...


Eu amei você e precisei desse tempo para comprovar que você não existia. Mas agora, pode voltar AMIGO, a casa continua sempre sua... Não precisa bater! Entre só de mansinho e se deixe abraçar, pois em meu mundo de palavras sobram abraços para você.

Um comentário:

Ronaldo Monte disse...

Vim aqui agradecer seus votos de parabéns. Gosto muito do seu blog. Foi aqui que encontrei a ilustração perfeita para o meu texto "Presente". Foi também onde entrei em contato com o blog da Matha Medeiros. Como vê, você já me deu dois presentes, além dos seus belos textos. Um abraço. Ronaldo.