Reconstruindo Caminhos

Reconstruindo Caminhos
Escrevo porque chove saudades no terreno das minhas lembranças e na escrita eu deságuo as minhas urgências, curo velhas feridas e engano o relógio das horas trazendo o passado para brincar de aqui e agora... Costumo dizer que no calçadão da minha memória há sempre uma saudade de prontidão à espreita de que a linguagem da emoção faça barulho dentro de mim e que, nessa hora, o sal das minhas lágrimas aumente o brilho do meu olhar e uma inquietação ponha em desalinho o baú de onde emergem as minhas lembranças, para que eu possa, finalmente, render-me à folha de papel em branco...

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Eu Quero Ser Feliz!












Têm dias que a vida fica mais urgente... Uma saudade aqui, um poema atrevido ali e a dor sai da casa da palavra, para indicar mudança. É a nossa alma cavando todo o passado a unhas, para que uma nova semente possa germinar... O fluxo da vida se impõe!

De repente, nos damos conta de que já não precisamos de tantas marcas e de tanto sofrimento... Nessas horas, as feridas deixam de doer e os dias cinzas que sempre levavam embora os nossos sonhos, agora passam ao largo. É tempo de celebração! Os anos de porão se esvaem e escrevemos no rol das intenções mais sérias: eu quero ser feliz!


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